quinta-feira, 5 de novembro de 2015

O LIVRO MÁGICO DE ORATÓRIA- 3ª PARTE

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falar em público
O autor do Livro Mágico diz que “Um Bom Orador não Nasce Feito”, e que “O Treino Correto desenvolve a Habilidade; a Habilidade desenvolve a Confiança e a Confiança Elimina o Medo”.
Então, para se ser um bom orador, é necessário:
  1. “Ler bastante! (assuntos em geral),
  2. Aprender (Técnicas de Oratória) e
  3. Praticar bastante (Discursar sempre que tiver oportunidade). A prática vai trazendo a perfeição em discursar.
Antes de iniciar nossa continuação dessa série de dicas e técnicas de Oratória, vamos relembrar de um grande e famoso orador, Cícero, que viveu no tempo da Roma do Imperador César.
Cícero, além de  linguista, tradutor, e filósofo”, foi “um orador impressionante e um advogado de sucesso” (1).Para ser o grande orador que foi, conta-se que Cícero enchia a boca com pequenas pedras da praia e ficava horas e horas falando com as pedras na boca, até ter o controle total da dicção de sua fala.

Bom, hoje ficamos de ver o “Corpo” do discurso.
Mas antes, recapitulemos rapidamente o que já vimos:
1. Na 1ª parte, eu disse que o LMO (Livro Mágico de Oratória) ensina que um bom discurso começa com uma boa INTRODUÇÃO.
2. Depois da Introdução, o LMO nos ensina que devemos dizer o assunto que vamos falar, ou seja, anunciar otema de nosso discurso
Aí então, é que se entra no CORPO do discurso propriamente dito.
O Corpo do discurso é onde você colocará suas longas pesquisas a respeito do assunto escolhido, histórias interessantes (suas e de outras pessoas), testemunhos, Escrituras cuidadosamente selecionadas, citações de gente famosa, argumentações, desafios apropriados aos ouvintes (cuidado para não chamar ninguém ao arrependimento) e outras coisas que você julgar interessante.
E lembre-se o que já escrevi antestudo relacionado ao mesmo tema!
O LMO ensina que é o “corpo” do discurso é aquilo que você “preparou para usar, de forma amigável, casual, como numa conversação. Fale sinceramente, com convicção e entusiasmo!”.
Um conselho do LMO é que se evite o “problema do “eu”. Sempre use também, ao falar de algum mandamento, por exemplo: “Todos nós ( e não todos vocês) precisamos ser mais amorosos com todas as pessoas, mesmo que não sejam de nossa religião. Aliás, com essas pessoas, nós precisamos ser mais amigáveis ainda¹”

TIPOS DE DISCURSO
Nessa altura, é interessante ver o que o LMO nos ensina a respeito dos vários tipos de discursos: “
Discursos para:
1. PERSUADIR: Conseguir ação, vender, motivar ou advogar,
2. INFORMAR: Ensinar, relacionar, explicar, descrever, definir.
3. IMPRESSIONAR: Convencer, aprofundar a apreciação, testificar, reconhecer, homenagear, admitir, encorajar e elogiar.
4. ENTRETER: Agradar.”
5. E, na Igreja, os discursos têm um objetivo claro: MOTIVAR os ouvintes.
Motivá-los a Estudar as Escrituras, Motivá-los a obedecer a algum princípio do Evangelho, Motivá-los a virem às Reuniões e Atividades da Igreja, etc.

Depois do “Corpo do Discurso”, iremos ver, no próximo artigo, a CONCLUSÃO, que é o “arremate” de um bom discurso.
Mas antes, como de costume, irei contar algumas boas histórias- verdadeiras ou “folclore mórmon”: não importa, servem de ensinamento para nós!
  1. É tão bom quando os ouvintes prestam atenção ao que falamos, ficam em reverência escutando nosso discurso, não é? Só não pode fazer isso que vou contar: dizem que um orador subiu ao púlpito, sacou um revolver, colocou em cima do púlpito com muito barulho para todos verem. Proferiu seu discurso sem que ninguém da congregação desse um pio sequer!!!! Terminou seu discurso, pegou seu revolver de novo, colocou no coldre e desceu para a congregação e se sentou normalmente…
  2. Uma coisa importante ao proferiu um discurso é quanto ao TEMPO! Nunca passe do tempo que lhe deram para falar. O LMO, aliás, nos aconselha a acabar nosso discurso ANTES de terminar o tempo estipulado. Se lhe derem 15 minutos, fale 13. Se lhe derem 10, fale 8 ou 9 minutos. Assim seu discurso ficará com um gostinho de “quero mais”, e ninguém vai ficar olhando toda hora para o relógio da capela torcendo para que você acabe seu discurso, e nem o bispado vai colocar sobre o púlpito aquele papelzinho (“Seu Tempo Acabou”).
Contam que houve, certa vez, um orador bravo, que passou do tempo. Gentilmente, e discretamente, o bispo deu um chutinho em sua perna, para que ele se tocasse e parasse de falar. O orador olhou bravo para o bispo e continuou falando. Depois de mais uns 3 minutos, o bispo, novamente, deu mais um leve chutinho na perna do orador, pois o tempo já tinha passado muito. O orador se volta para o bispo e diz, bem alto: -“ Se me chutar mais uma vez, eu meto o facão nessa perna!”.
No próximo artigo, abordaremos com mais detalhes, então, a Conclusão do discurso.
Voltaremos breve!
                                            (Luiz Polito)

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